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Hermano agora é cidadão de Jardim do Seridó

O deputado estadual Hermano Morais foi agraciado na noite da última terça-feira (19), no plenário Dr.Manoel de Medeiros Brito, da Câmara Municipal de Jardim do Seridó, como o mais novo cidadão do município. A comenda foi entregue pela vereadora Andréia Araújo, propositora da homenagem.

“Sou grato a vereadora Andreia Araújo, que tem cumprido fielmente o seu papel enquanto parlamentar; a quem agradeço pela indicação do meu nome para esta distinta homenagem, estendendo o meu agradecimento a todos os outros componentes desta Casa Legislativa que acolheram a sua sugestão”, disse Hermano.

O agora cidadão de Jardim do Seridó estendeu os agradecimentos ao ex-vereador Joacy e o seu filho, o Padre Jocimar, ex-prefeito, ao ex-conselheiro tutelar Cabral, aos amigos João Eudes e Francisco das Najas e a família de Dr. Flávio, pai de sua cunhada Flávia e sogro de seu irmão Fabiano.

Enquanto agente político, hoje exercendo o cargo de deputado estadual, Hermano tem abraçado causas de interesse do povo jardinense. A Lei Nivardo Melo, que regulamenta a produção e a comercialização de queijos artesanais potiguares, atendendo também ao antigo anseio dos produtores de leite, é um exemplo disso. Assim como todas as ações e bandeiras do mandato, que foram pensadas para fortalecer o setor produtivo do Rio Grande do Norte, como a indústria ceramista, a defesa dos micro e pequenos empresários, a recente luta dos faccionistas, a luta em favor da renegociação das dívidas dos produtores rurais, a cajucultura, a Rota do Cordeiro, o artesanato, e tantos outros, capazes de contribuir com a tão necessária geração de emprego e renda, e consequentemente, com a recuperação da economia do Estado.

Para o município, Hermano lutado também junto ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), buscando obras estruturantes na área de recursos hídricos, atendendo inclusive a comunidades rurais locais. Além disso, tem cobrado ao Governo do Estado, constantemente, através de requerimentos, providências necessárias, justas e urgentes: a recuperação das estradas, mais segurança, saúde digna e educação de qualidade.

Para 2018, o deputado aprovou uma emenda para aquisição de uma ambulância para Jardim do Seridó, o que certamente ajudará no socorro aos jardinenses mais humildes.

 

 

Dia C da Ciência e os rumos da pesquisa potiguar

Ciência não é gasto, é investimento. Essa foi a mensagem que representantes de instituições de ensino superior (IES), da agência estadual de fomento à pesquisa e os deputados da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia (CECT) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte quiseram passar à sociedade potiguar no dia C da Ciência, realizado no dia 25.

O contingenciamento de 44% dos recursos destinados à área no ano de 2017, feito pelo governo federal foi lembrado como grave ameaça ao futuro do país. “Pesquisadores de alto nível estão indo embora (do país), estudantes de pós-graduação estão procurando fazer sua carreira lá fora e isso é muito grave”, alertou o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do estado (Fapern), Uílame Umbelino Gomes.

Umbelino, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Materiais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), reconhece que são públicos os recursos para o fomento à pesquisa e que a pesquisa é necessária para desenvolver as potencialidades do país.  “Para desenvolver ciência & tecnologia é preciso instituições fortes, recursos humanos experientes e infraestrutura. Então, é preciso investimento, que é público. Tem também o (investimento) privado, mas ele só chega, quando as instituições de pesquisa começam a desenvolver produtos para a sociedade, ou seja, a tecnologia”.

Extinção do MCTI

O deputado Mineiro, presidente da CECT, lembrou que a primeira ação do Governo Temer foi a extinção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a fusão dessas áreas com Comunicações, o que rebaixou as agências de fomento a escalões bem inferiores na hierarquia do governo. “O que está em curso no Brasil é uma política regressiva, de voltar à dependência aos capitais internacionais, à pesquisa internacional, é tudo articulado, é um processo muito claro de detonar a autonomia e a independência brasileira”, afirmou.

As dificuldades enfrentadas pela comunidade acadêmica potiguar são agravadas ainda mais pela situação econômica do estado. O atraso no pagamento dos salários dos servidores tem atingido fortemente a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Com orçamento mensal de R$ 297milhões, sendo R$ 264 milhões para pagamento da folha de pessoal, a UERN vê com preocupação a manutenção de sua estrutura.

“A ciência deveria ser valorizada em todos os âmbitos, tendo em vista que ela é o motor para o desenvolvimento de um país, mas infelizmente no momento em que a gente vive, é preciso ter esse dia para poder estar divulgando a importância da ciência e para que a sociedade entenda a ciência como um bem, como um investimento, como desenvolvimento para o país”, declarou a vice-reitora da UERN, Fátima Raquel Rosado Morais.

À míngua

“A Fapern tem o papel de induzir as pesquisas para o desenvolvimento do estado, mas no momento ela está numa situação muito preocupante.” A afirmação é do pró-reitor de Pesquisa da UFRN, Jorge Tarcísio da Rocha Falcão, da unanimidade no Dia C da Ciência potiguar. A defesa da dotação orçamentária que possibilite à Fapern o cumprimento de sua função prioritária, que é o fomento às pesquisas no estado foi um dos assuntos recorrentes do evento. Todos os entrevistados por Nossa Ciência ressaltaram a importância da fundação estadual como agência indutora para o desenvolvimento da ciência e, por consequência, de todo o estado.

O deputado Hermano Morais, membro da CECT, considerou que apesar do orçamento do Fundo de Ciência & Tecnologia do estado ter passado de R$ 12 milhões em 2017 para R$ 36 milhões em 2018, conforme anunciado na ocasião pelo deputado Mineiro, os recursos ainda são insuficientes. E ainda lembrou que menos da metade do valor orçado para 2017 foi executado, o que, em sua opinião, revela a falta de prioridade do governo com a área. Hermano garantiu que a comissão vai fiscalizar o cumprimento do valor orçado. “Ciência & tecnologia deve ser tratada como investimento para o estado, que tem muito potencial, especialmente para a geração de energias solar e eólica, além de gás, minério e petróleo no subsolo. E tem recursos humanos de alto nível nas instituições de pesquisa. O fomento às IES através da Fapern pode gerar riqueza e reter as inteligências no RN”, defendeu.

O Dia C da Ciência é uma iniciativa das universidades, dos centros e institutos tecnológicos que desenvolvem pesquisa, para sensibilizar e informar a população que, além de formar recursos humanos qualificados, essas instituições são responsáveis pela produção de aproximadamente 90% do conhecimento científico brasileiro. Para o pró-reitor da UFRN, o Dia C da Ciência é relevante pois desperta para a conscientização e o apoio da sociedade para o tema, “dois aspectos decisivos para a sobrevivência do ensino superior gratuito e de qualidade, importantes também para a manutenção do financiamento público, sobretudo em áreas como ciência e tecnologia.”

A reitora Ângela Paiva Cruz, da UFRN, participou da abertura da reunião, porém não pode permanecer devido a outro compromisso anteriormente agendado.

Fonte: Nossa Ciência