Sen. Luiz Henrique (SC) defende mais investimentos em tecnologia e novo pacto federativo

Brasília (DF) – Ao citar projeção da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit) de que o Brasil vai se tornar a quarta maior economia do mundo até 2030, ultrapassando países como Alemanha, França, Reino Unido e Japão, o senador Luiz Henrique da Silveira (SC) alertou para a necessidade de mais investimentos em tecnologia e inovação para que o país atinja esse patamar. Atualmente, o país ocupa a sétima posição no ranking global, considerando o Produto Interno Bruto (PIB) medido em dólares.

A EIU prevê ainda que a economia brasileira deixará para trás as dos quatro países desenvolvidos, mas será ultrapassada pela indiana no meio do caminho. Segundo o estudo, o Brasil crescerá 3,9%, em média, por ano, nas próximas duas décadas, índice menor que as taxas previstas para Índia (6,6%) e China (5,7%).

– Por que nós vamos crescer 3,9 % e não os mesmos 6,6% da Índia? Porque permanecemos com uma baixa taxa de investimento. O Brasil investe 17 a 18% de seu PIB enquanto China investe 40% e a Índia mais de 30%. Para sustentar o crescimento dessa nação, é preciso que nós atingíssemos no mínimo uma taxa de investimento público e privado de 25% – argumentou o parlamentar.

Para Luiz Henrique, existe no Brasil um “verdadeiro apartheid” entre o crescimento econômico e a distribuição de riqueza.

– Esse apartheid se revela por temos ainda indicadores sociais, índices de desenvolvimento humano menores do que até de muitos países da África Subsaariana e de vizinhos nossos da América do Sul – assinalou.

Na avaliação do senador, o caminho para o crescimento do país passa também por um novo pacto federativo, que reduza a concentração da arrecadação de impostos nas mãos da União.

– A concentração do resultado da arrecadação de impostos e taxas do país nos cofres do governo federal é incompatível com uma real capacidade de crescimento – alertou.

Fonte: www.pmdb.org.br

Rosalba e Robinson reúnem deputados em jantar pelo leilão de concessão do aeroporto de São Gonçalo

 

Governadora Rosalba recebe deputados (Foto: Ivanízio Ramos)

Para comemorar o sucesso do leilão de concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, a governadora Rosalba Ciarlini reuniu 17 dos 24 deputados da Assembléia Legislativa na noite desta terça-feira(23).

O regabofe aconteceu na residência oficial da governadora e contou ainda com a presença do vice-governador Robinson Faria e de secretários de Estado da administração direta.

Deixaram de comparecer ao “repial” os deputados Walter Alves, Fernando Mineiro, Tomba Farias, Márcia Maia, Nelter Queiroz, Antônio Jácome e Gilson Moura.

É bom ressaltar que todos os 17 deputados que participaram do jantar na residência da governadora não integram a bancada governista na Assembléia Legislativa.

Os deputados Fábio Dantas, George Soares, Larissa Rosado, Gustavo Fernandes, Poti júnior e Hermano Morais pertencem à bancada de oposição. O deputado Agnelo Alves tem adotado uma postura de independência.
É bem verdade que há uma aproximação dos deputados peemedebistas ligados a Henrique Alves com o Governo de Rosalba.

Mas não existe ainda um apoio oficial desses deputados à gestão do DEM.
Dos deputados que faltaram, Walter Alves e Gilson Moura integram a bancada governista.

Fonte: www.oliveirawanderley.com.br

Hermano concede entrevista à Tribuna do Norte


Hermano Morais (Foto: Alberto Leandro)

O deputado estadual Hermano Morais tem sido o nome mais lembrado dentro do PMDB como possível candidato à Prefeitura do Natal, em 2012. Nesta entrevista, ele garante que o partido terá candidatura própria, já prepara um projeto de governo para a capital, mas não definiu o nome do representante que encampará as ideias durante o pleito do próximo ano. “Não há pré-candidatos”, assegura. Vereador por quatro mandatos e recém-eleito parlamentar da Assembleia Legislativa, Hermano Morais destacou que considera um sinal de confiança da população natalense as votações sempre crescentes que têm somado, inclusive durante a campanha estadual de 2010, quando foi o deputado mais votado do PMDB na capital. Nesta entrevista à TRIBUNA DO NORTE ele relata sobre as conversas com DEM e PDT, a [estrita] aliança no campo administrativo com a Prefeitura do Natal e sobre afinidades partidárias.

Como é que o PMDB está se preparando para 2012?
Primeiro a definição, tanto do diretório nacional como também a disposição do estadual e municipal, é de que o PMDB desta feita apresente uma candidatura própria à Prefeitura de Natal. O que em 2012 significará 20 anos de ausência na disputa, então todo o trabalho está sendo feito neste sentido, desde a aquisição de novos quadros, que se propõem a disputar as eleições proporcionais para vereador de Natal como também, com o auxílio da Fundação Ulysses Guimarães, que é um braço intelectual do PMDB, já está sendo feita a discussão preliminar de um programa de governo para ser discutido assim que concluído nos diversos bairros de Natal para que nós possamos dar a devida legitimidade e acrescentar aquilo que é prioridade para a população. Então esse trabalho vem sendo realizado pelo diretório municipal que tem a frente hoje o vereador Luiz Carlos. Eu inclusive ainda ocupo a presidência, mas legalmente estou licenciado desde que me elegi deputado estadual e entendendo que o vereador Luis Carlos está militando no âmbito municipal e teria mais condições de conduzir esse trabalho. Então esse trabalho está sendo feito com muita dedicação, nós já temos uma boa nominata, nós estamos realizando cursos também de preparação desses candidatos, cursos de formação, além de outros cursos para a militância do partido relacionada à gestão pública. A intenção é que nossos quadros e nossos militantes possam desenvolver melhor o seu trabalho nos diversos bairros e assim dar uma contribuição maior na elaboração desse programa de governo.

A discussão no âmbito dos projetos também já se estendeu às definições sobre nomes de possíveis candidatos?
Quanto à candidaturas nós não chegamos ainda a uma definição. Meu nome é lembrado como de outros companheiros. Eu destaco que o deputado Walter Alves também é bem lembrado e é um excelente nome. Meu nome… Eu atribuo a lembrança ao fato de ter sido por quatro vezes vereador de Natal, sempre entre os mais votados, e pelo conhecimento que eu tenho da realidade do município e pelo fato inclusive de ter sido lembrado para disputar a eleição em 2008, o que terminou não acontecendo, causando até uma frustração à militância do partido, aos simpatizantes do partido. Mas penso que agora esse projeto terá efeito prático e certamente vai acontecer e acredito em benefício da população de Natal que terá também no PMDB um partido de grande aceitação popular. A nossa população terá oportunidade de apreciar o projeto do PMDB para Natal, uma cidade que tanto cresce, se desenvolve e, por conseguinte, tantos problemas acumula.

O PMDB sempre diz que tem candidato próprio, mas como o senhor mesmo falou, está desde 1992 sem encabeçar uma chapa majoritária na capital. O que garante que isso não acontecerá novamente?
Espero que isso não aconteça. A nossa expectativa é que a nossa candidatura, a candidatura do PMDB – eu defendo o projeto partidário – deve ser capitaneado por aquele que reunir mais apoios, que unificar o partido em torno desse projeto importante. Eu acredito que pelas declarações do [deputado Henrique Alves] presidente estadual do partido, pela determinação do diretório nacional e pela vontade das bases do partido – que a muito reclamam e constatam que o partido vem perdendo força ao longo do tempo exatamente pela sua ausências nas disputas majoritárias – acredito que nós teremos sim uma candidatura própria, legítima e contribuindo para o bom debate com o propósito não só de disputar a eleição, mas de governar Natal nos próximos quatro anos.

Não há definição de nomes, mas sim de candidatura própria…
PMDB terá candidatura própria, está elaborando um programa e deverá oportunamente definir o nome que vai exatamente ser o porta-voz desse sentimento partidário.

O senhor é pré-candidato ou ainda não chegou nesse estágio de entendimento?
Meu nome tem sido lembrado e isso é motivo de satisfação pelo fato de entre outros nomes o meu estar sendo também cogitado, mas eu hoje acho que o termo correto é cogitado. Digo porque nós não chegamos ainda a estabelecer um debate interno no partido sobre a escolha desse nome. Nós temos é discutido, e essa proposta já considero como consolidada, que o PMDB terá um candidato à Prefeitura de Natal. Eu inclusive lembro que quadros existem no partido. Posso novamente citar como exemplo que vem sendo lembrado pelos que fazem o partido tanto meu nome como do deputado Walter Alves. Mas nós temos outros excelentes quadros, mas o fato é que passada essa fase agora da primeira data do calendário eleitoral – até início de outubro nós temos que cuidar da filiação dos novos quadros, incentivar antigos quadros também que queiram disputar as eleições. Então nós estamos prestes concluir essa primeira fase. Vencido esse primeiro passo eu acredito que o partido então vai se reunir para definir os nomes, como também vai começar a discutir as possíveis alianças que vão ser estabelecidas para que o partido possa concorrer com maiores chances de êxito. Com certeza vai ser uma eleição muito disputada pelos nomes e as manifestações de diversos partidos nós teremos uma campanha muito acirrada, o que é muito bom para a cidade, para a sociedade, porque terá a oportunidade de, acompanhando o debate, as propostas, fazer a melhor escolha.

O PMDB faz parte da gestão Micarla de Sousa, inclusive com indicações em Secretarias. Essa parceira se limita ao campo administrativo ou se estende à seara política?
O PMDB pela sua envergadura, sua influência no plano nacional, tem uma responsabilidade muito grande no plano estadual e local de ajudar os governos. Nós sabemos que Natal passa por um momento de muita dificuldade e ao ser procurado, no caso o deputado Henrique Alves, que é presidente do partido, ele juntamente com o ministro Garibaldi Filho, eles foram solicitados a ajudar também na busca de recursos que possam atender os anseios da população de Natal. Nós temos vários projetos em curso, nós tínhamos aí esse evento da Copa do Mundo de 2014, cujos recursos começam a ser liberados, confirmando Natal como uma das cidades que sediarão o evento. Mas temos outros projetos também em curso onde a participação do PMDB se torna muito importante para que eles sejam realmente consolidados e liberados para o município que tem uma limitação muito grande de ordem orçamentária. A capacidade de investimento hoje do município de Natal é quase zero, é muito pouca, então precisa estabelecer essas parcerias com o governo federal, parceiros privados ou então  nós estaremos fadados a adiar projetos que já estão, eu diria, muito atrasados. A área de educação, saúde pública, saneamento, obras estruturantes da área de mobilidade urbana, Natal é uma cidade que cresce muito e por isso precisa desses investimentos. Então a ajuda do PMDB tem sido administrativa.

Só de ordem administrativa?
Somente administrativa. O PMDB sempre deixou muito claro a sua disposição de apresentar uma candidatura própria. O desejo e a vontade de concorrer às eleições sempre foi colocado de forma muito clara pelo presidente estadual do partido, de forma que não há nenhum compromisso com, por exemplo, a reeleição da atual prefeita Micarla de Sousa. O PMDB está muito à vontade para concorrer às eleições, se apresentar para o julgamento popular com um bom programa de governo, que possa ser avaliado e aprovado pela população.

O senhor, que foi eleito deputado pela oposição, concorda com a unificação do PMDB no apoio ao governo Rosalba?
Esse assunto ainda não foi discutido internamente no partido. Eu pelo menos não participei de nenhuma conversa nesse sentido, tenho acompanhado pela imprensa sobre encontros políticos que teriam o objetivo de unificar a posição política do PMDB em nível estadual. Isso se deve ao fato do PMDB ter estado literalmente dividido nas últimas eleições. Um grupo acompanhou o ministro Garibaldi e apoiou a candidatura da governadora Rosalba Ciarlini e o outro seguiu o deputado Henrique que defendeu o projeto do então candidato à reeleição, Iberê Ferreira de Souza. Passadas as eleições e conhecido o resultado das urnas é natural que cada um mantenha a sua posição, mas é compreensível também que há um esforço no partido para unificar uma posição. Acredito que essa especulação ou esses entendimentos e conversas preliminares eles realmente têm esse sentido de unificação do partido. Então nós vamos aguardar a manifestação dos nossos líderes para discutir melhor. Eu pelo menos acompanhei a posição do deputado Henrique Alves, tenho mantido aqui na Assembleia uma postura de independência e vou aguardar, porque sou partidário, a oportunidade de opinar e até participar de alguma deliberação se esse assunto for posto em discussão no âmbito do partido.

Como estão as conversas preliminares do PMDB já iniciadas, por exemplo, com DEM e PDT?
Essas conversas têm acontecido e têm sido divulgadas pela imprensa. Nossos líderes maiores, nós tomamos conhecimento, mantiveram conversas com lideranças do DEM, acredito até pela afinidade que ficou desde a última eleição, já que parte do PMDB é liderado pelo ministro Garibaldi Filho, que legitimamente hoje inclusive participa do governo porque participou também na eleição. Então tem essa conversa em curso, iniciada, mas sem que tenha uma discussão interna, que poderá acontecer no momento certo a critério, acredito, de quem está mantendo essas conversas. São dois líderes partidários. Quanto à conversa com o ex-prefeito nós tomamos conhecimento também. Acredito que tenha sido uma conversa até de conteúdo político mas no âmbito familiar. Nós tomamos conhecimento pela imprensa que as pessoas que participaram de uma conversa preliminar são todos de uma mesma família, reconhecidamente de tradição política, parte integrante do PMDB, liderando o PMDB há muito tempo, que teve a conversa com integrantes de outro partido. Não conheço o conteúdo da conversa, não me foi dada a informação, mas espero não só eu, na condição de militante do partido, e com hoje a responsabilidade de deixar a Assembleia mais com inserção política na capital, minha principal base, ser informado. Eu acredito que o diretório municipal do PMDB hoje capitaneado pelo vereador Luiz Carlos, também seja convocado e informado sobre o conteúdo dessas conversas. Então eu não tenho elementos até para comentar a respeito porque o que sei foi apenas o que foi colocado de forma muito resumida na imprensa local. Mas eu julgo importante que o PMDB converse com todos os partidos até porque logo mais nós teremos que estabelecer de forma até mais clara e profunda esses entendimentos porque já estaremos discutindo a possibilidade de alianças políticas para as eleições de 2012. Então acredito que fatalmente essas conversas serão inclusive estendidas a outros partidos políticos.

Já se pode falar em alguma afinidade em especial?
O PMDB por estar ausente da disputa há muito tempo mas, pela importância que tem não só no cenário nacional, mas no estadual e municipal, porque é um partido que tem grande simpatia na capital, hoje está muito a vontade. Por ser um partido tradicional e dos mais antigos e pela sua ausência nas últimas disputas, fica muito a vontade para dialogar com todos os partidos. Então vamos concluir o nosso programa, vamos iniciar essa discussão com a população e, paralelo a isso, vamos conversar com os outros partidos que desejam participar dessa disputa eleitoral e que tenham iguais propósitos, quem sabe formando futuras alianças.

A cautela com que o senhor trata uma possível candidatura é por temer o mesmo desfecho de 2008?
Isso se deve principalmente ao respeito que tenho aos meus companheiros de partido e a minha convicção que devemos abraçar um projeto partidário. A questão da escolha de nomes, no meu entendimento, é secundária. E o partido tem excelentes nomes. E me permitam, até pela lembrança que tem sido feita ao meu nome, me incluir nessa relação. Mas eu destacaria também o nome do deputado Walter Alves, que é um excelente nome e não teria nenhuma dificuldade de depositar minha confiança e participar de uma campanha para Prefeitura de Natal. Essa cautela se deve principalmente a esperar o momento certo para que o partido abra essa discussão, que possa estabelecer critérios para definir seu nome e assim não criar nenhum obstáculo ao entendimento. Eu julgo como fundamental a unidade partidária. Nós temos consciência de que esse projeto é ousado, nós vamos ter uma eleição muito disputada, então é importante que o partido esteja unido, bem definido e decidido com relação aos seus propósitos. Então no momento em que tivermos essa posição clara e manifestava por todos do partido, em especial dos nossos líderes maiores, eu penso que é chegada a hora de nós discutirmos os nomes. É natural que no meu caso específico eu tenha ficado de certa forma ressabiado pelo que aconteceu no último pleito quando meu nome foi lançado e, às vésperas da eleição houve uma nova decisão, um desvio da estratégia anunciada anteriormente. Mas é um assunto que foi objeto de discussão interna e de auto-crítica dos líderes maiores que reconheceram o grande equívoco cometido à época. Então acredito que com esse amadurecimento e com o espírito de luta que é muito próprio do PMDB, com boas propostas para resolver os problemas históricos de Natal – que não vêm sendo devidamente encarados e resolvidos ao longo do tempo – penso que a candidatura do PMDB surgirá de forma forte, competitiva e com amplas chances de vitória.

E como o senhor encarará esse desafio, caso venha a ser o escolhido pelo PMDB?
Será uma honra para mim se for o escolhido do partido para esta eleição, embora hoje esteja muito dedicado ao mandato de deputado estadual para o qual fui eleito recentemente. Mas se esse chamado me couber por delegação do partido, se percebermos que realmente o meu nome unifica o partido em torno desse grande projeto, não me negarei à disputa porque me sinto preparado para esta missão. Pelo fato de conhecer bem a nossa cidade, termos exercido quatro mandatos como vereador e termos como todo cidadão, e especialmente um agente político, o desejo, o sonho de um dia poder governar a minha cidade e ajudá-la a crescer com qualidade, garantindo uma melhor condição de vida para o nosso povo.

Fonte: Tribuna do Norte

Hermano homenageia Djalma Maranhão e Cascudo

O deputado Hermano Morais (PMDB) fez uma homenagem na sessão de quinta-feira (04), ao ex-prefeito de Natal, Djalma Maranhão, e ao folclorista Câmara Cascudo, falecidos na mesma data, dia 30 de julho, sendo Djalma no ano de 1971 e Cascudo quinze anos depois.

O parlamentar disse que a data marca a partida de dois grandes homens potiguares coincidentemente falecidos no mesmo dia. “Djalma e Cascudo eram figuras visionárias que estavam à frente do seu tempo”, afirmou.

Em seu pronunciamento, Hermano leu ainda um artigo publicado na imprensa local sobre os 40 anos de morte do ex-prefeito. O artigo “Ele morreu de saudade”, de autoria do jornalista Rubens Lemos Filho, diz entre outras coisas que, vítima da crueldade, Djalma Maranhão morreu de saudade, solitário, em Montevidéu e se lhe impuseram o sofrimento, que não o apunhalem de esquecimento. “Esse artigo deveria ser incluído nos anais dessa Casa Legislativa”, disse Hermano Morais.